Ex.: graça
Ex.:Gn 1.1-10

Estudo Bíblico






"De fato, a perversidade do ímpio, que embora se debata furiosamente não consegue se livrar do temor de Deus, é testemunho abundante de sua convicção de que há um Deus, essa convicção é inata a todos e fixada profundamente em nós, como se estivesse na nossa essência… Disso nós concluímos que isso não é uma doutrina que deve ser primeiro aprendida no colégio, mas uma que cada um de nós traz desde o ventre materno e que a natureza não permite com que esqueçamos."

Calvino




Autor: Sandro
MSN: tandrilion@hotmail.com
Cristão protestante

Sandro Vasconcelos (31 anos), ex-seminarista e físico bacharel. Cientista ou religioso?
Nem um nem outro.
Acredita na ciência como forma de explicar fenômenos naturais, mas dispensa esta ferramenta no que concerne ao íntimo do homem. Sua visão é de que os sentimentos humanos devem ser tratados em outro departamento, a saber, o espiritual. Crê piamente que o Amor é capaz de resgatar nosso relacionamento com Deus e com o próximo, fazendo-nos compreender com plenitude, angústias e alegrias.


   

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    "Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer. Vós não me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros. Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas, porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, guardarão também a vossa."

    João 15.15-20



  • 25.2.09
    Espaço Democrático

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    Publicado às 01:54 pm por Sandro
    4 comentários realizados  

    20.2.09
    A Origem do Carnaval

    Muito se tem discutido sobre a origem do carnaval. Objeto de controvérsias tanto com relação à sua primeira manifestação quanto à época em que isso ocorreu, o tema freqüentemente é atribuído a variadas passagens de tempos. Só para se ter uma idéia, há quem o situe há 10 mil anos Antes de Cristo, nos festejos rurais, quando homens, mulheres e crianças cobriam os rostos, pintavam e adornavam os corpos e se reuniam durante o verão para promoverem danças com o objetivo de afastar os demônios da má colheita ou simplesmente para comemorar o retorno do trabalho nos campos.

    Há também quem credite sua origem à evolução e à sobrevivência do culto a deusa Ísis e ao touro Ápis (entre os egípcios) ou a deusa Herta (entre os teutões); aos festejos em honra de Dionísios (na Grécia); ou ainda às Saturnais Romanas (homenagem à memória do Deus Saturno, com cortejos de abertura apresentando grande carros imitando navios – os carrum navalis), às Lupercais (celebradas após às Saturnais, como uma espécie de purificação, comemorando a fecundidade), às Bacanais (celebração ao retorno do sol e o começo da primavera, durante os meses de fevereiro e março) e até mesmo às festas dos “inocentes” e dos “doidos” (na Idade Média), que após mediante sucessivos processos de deformação e abrandamento, foram apontadas como responsáveis pelo surgimento dos mais famosos carnavais dos tempos modernos, como os de Nice, Paris, Veneza, Roma, Nápoles, Florença, Colônia e Munique.

    Alguns autores afirmam que o carnaval já era encontrado na Antiguidade Clássica, e até mesmo na Pré-Clássica com suas danças barulhentas, suas máscaras e licenciosidades, características que seriam mantidas até os dias atuais. Na Idade Média, a Igreja Católica, se não adotou o carnaval, o tolerou (ainda que de forma branda) com uma certa benevolência. Alguns de seus representantes foram terminantemente contra aos festejos, porém Papa Paulo II, no século XV, foi mais tolerante, e chegou até a permitir que se realizasse na Via Lata (rua fronteiriça a seu palácio) o carnaval romano, com suas corridas de cavalos, carros alegóricos, batalhas de confete, feéricas luminárias de tocos de vela (molcoletti), corrida de corcundas, lançamento de ovos e de outras manifestações populares. Porém, com o decorrer do tempo, essas “modalidades carnavalescas” entraram em declínio e o carnaval tornou-se menos violento e debochado, mas com um perfil tétrico e fúnebre. Da Alta Idade Média, ficaram os registros das célebres Danças Macabras, quando homens e mulheres desfilavam perante a Morte que ouvia, impassível, as queixas dos desfilantes e depois lhes descarregava a foice.

    O carnaval do Renascimento foi marcado pelo romantismo e o lirismo. O baile de máscaras foi introduzido pelo Papa Paulo II e começou a fazer sucesso nos séculos XV e XVI, principalmente na França e na Itália. Ainda no século XIX, um baile promovido em 1884 pelo Instituto Real de Pintores e Aquarelistas ficou muito famoso em Londres. Artistas ingleses se fantasiaram com máscaras de seus gloriosos mestres do passado ou de príncipes e monarcas amigos dos artistas e brincaram de forma ordeira e pacífica. Desta forma, o carnaval passou a ser visto como uma celebração de caráter estritamente artístico, com bailes e desfiles alegóricos.

    No Brasil, ao contrário do que ocorreu em outros países, o carnaval se caracterizou acima de tudo como uma manifestação do delírio coletivo, do desabafo popular e do humor ingênuo das multidões que saíam às ruas para cantar suas alegrias, como se observou durante anos nos blocos dos “sujos” e nos grupos de mascarados. Tempos depois, no entanto, o carnaval brasileiro perdeu, em parte, esse cunho popular e adquiriu um sentido grupal, aristocrático e clubístico, com bailes suntuosos e reservados apenas às classes sócias economicamente mais favorecidas.

    Fonte e maiores informações: http://www.sambariocarnaval.com/historia.htm e Denise Carla, Papo de Samba

    Publicado às 11:46 am por Sandro
    1 comentário realizado  

    16.2.09
    Plágio??

    Estava visitando um site de ateus onde eles falavam que Jesus plagiou os pensamentos gregos. De certo deve haver muita coisa parecida, mas isto não significa plágio.

    O evangelho de João foi destinado aos gregos, já no primeiro capítulo o apóstolo usa o pensamento platônico para explicar a vinda de Jesus "No princípio era o Logos, e o Logos estava com Deus e o Logos era Deus". João plagiou? Não, apenas revelou que o tão misterioso Logos de Platão era na realidade o Filho de Deus.

    Paulo mesmo, em Atos aproveitou-se da brecha dada pelos gregos em um altar sem nenhuma imagem esculpida, onde estava escrito "ao deus desconhecido". Paulo então virou-se aos gregos e disse: "é desse Deus que eu vim falar" (Atos 17:23).

    Cristo afirma ser a Verdade e muitas das escolas filosóficas podem ter percebido vestígios deste Logos antes mesmo de Sua encarnação, isto só endossa a idéia de que a Verdade é uma só, desde a criação do mundo.

    Publicado às 11:39 am por Sandro
    3 comentários realizados  

    9.2.09
    Algumas considerações sobre a Fé

    Não discurso neste blog o Jesus desta ou daquela instituição e sim algo mais profundo. Existe o Jesus além das fronteiras do Jesus histórico. O Cristo que provém do sentimento de Deus para conosco. Traduzo este Cristo por Amor, simplesmente substituindo as palavras, quem crê neste sentimento automaticamente crê no Filho de Deus, mesmo sem ter nunca ouvido a pregação do evangelho na sua forma convencional. Ou seja, se age com este Amor, logo age conforme a vontade do Pai, independentemente da religião que professa.

    Também não acredito em todos os livros da bíblia, apesar de tê-los lido por completo. O cânon foi escolhido por um conselho de homens que não confio. Acredito que a bíblia contenha a Palavra de Deus, mas não que esta SEJA a palavra de Deus.

    A religião cristã é a única que declara Jesus como divindade. Entretanto, creio que a função de Jesus não foi a de somar mais uma religião e sim revelar uma verdade além de dogmas, aquela que está no fundo de cada ser humano, adormecida e aprisionada pelos nossos egos. Ao aniquilar este ego, esta verdade vem a tona e a partir deste instante estamos aptos a Amar nos moldes de Cristo.

    "A religião pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo." Tiago 1:26

    Publicado às 07:27 am por Sandro
    2 comentários realizados  

    6.2.09
    Cientificismo

    "A ciência é fundamentalista. Intolerante. Permeia seu discurso o racismo às outras formas de conhecimento. Conveniente difamar o senso comum e demonizar a religião (e a filosofia, e a arte...). A fogueira científica tem queimado seus antigos mestres. A inquisição acadêmica perscruta seus discípulos e expurga deles qualquer linguagem que fuja à especialização dos mais iniciados.

    E a ciência não é também o senso comum, porém refinado? E seu objetivo não é produzir senso comum? E o senso comum já não está em dialética com a ciência, incorporando seu palavreado e conceitos e devolvendo num alcance médio (que seria o trocando em miúdo, talvez...).

    A ciência ocupou o Olimpo, tem a visão privilegiada das coisas, julgou e condenou a concorrência. A ciência tem vocação totalitária. Ela ilumina (omnilux), mas a luz cega também. E o Olimpo é um mito...

    A ciência não sabe fazer amor com o mundo. Ela castra!"

    Autor: Aliócha
    blog: cousa e coisa

    Publicado às 09:06 am por Sandro
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    3.2.09
    Resenha de filme - Godspell (1973)

    "Prepare ye the way of the Lord", assim anuncia João Batista soando sua trombeta e todos os que acreditaram nele foram batizados em um chafariz de Nova Iorque em 1973. Opa, espere um pouco!!! Nova Iorque??!!?? 1973???



    Agora imagine comigo a vinda de Cristo em terras americanas nos anos 70. Provavelmente o teor da mensagem cristã não se alteraria, contudo, as parábolas e a própria missão de Jesus seriam adaptadas dentro do pensamento e costumes desta década. É exatamente isso que o filme Godspell, escrito por Stephen Schwartz e John-Michael e dirigido por David Greene, propõe. Com muito bom humor apresenta uma versão musical e meio hippie do evangelho segundo Mateus.

    O figurino, é claro, não poderia deixar de seguir a tendência da época, roupas coloridas e leves nos apóstolos e um visual meio de mímico para o Filho de Deus.

    Os sinais e milagres não são enfatizados, pois os autores preferiram um enfoque maior nas parábolas, onde se é possível tirar lições de vida e de relacionamento interpessoal. A qualidade musical é constante durante os 103 minutos da história e a descontração está presente em quase todas as cenas.

    Brincar com a aparência do Messias (ele usa a camisa do super-homem, por exemplo), bem como, readaptar as famosas parábolas com humor em cenário nova-iorquino pode causar a princípio um sentimento de repulsa ao espectador cristão tradicional. Entretanto, aquele que se propor a enxergar mais que aparências irá perceber que a mensagem bíblica permaneceu intacta e possivelmente notará um Jesus contemporâneo, que não ficou no passado, mas nos acompanha day by day.

    Elenco:
    Victor Garber, Katie Hanley, David Haskell, Merrell Jackson, Joanne Jonas, Robin Lamont, Gilmer McCormick, Jeffrey Mylett, Jerry Sroka, Lynne Thigpen e John-Michael Tebelek.

    Publicado às 01:56 pm por Sandro
    2 comentários realizados  

    2.2.09
    Aos Ateus e Religiosos

    Não consigo ser presunçoso ao ponto de dizer que não preciso de Jesus. Eu creio que preciso sim, ao mesmo tempo que questiono muito a forma com que a cristianismo contemporâneo em geral enxerga a ação Dele.

    Acredito que Cristo age através do Amor de cada um. A partir do momento que uma pessoa percebe que Deus é capaz de amá-la incondicionalmente ao ponto Dele doar-se completamente por ela (não falo aqui com respeito ao acontecimento histórico da cruz somente), automaticamente esta começa a enxergar o próximo com este mesmo Amor. Assim resumo Ação de Deus na Terra, diferentemente do que a onda pentecostal e até mesmo da Renovação carismática anda pregando, uma espécie de manifestação "mágica, fantasiosa".

    Logo, não consigo rechaçar o sobrenatural da mesma maneira que os ateus fazem, pois já vivi algumas experiências que me mostraram ao contrário, não falo aqui de experiências "cinematográficas", mas apenas de confirmações que satisfizeram meu sentimento, coisas impossíveis de se provar no 2+2=4, mas que simplesmente me deram respostas significativas com respeito à nossa razão de existir (mesmo que ainda eu tenha muitas dúvidas neste aspecto).

    Como disse no post anterior, muitas das argumentações dos ateus fazem muito sentido, principalmente àquelas que concernem à alienação, ao fanatismo, ao "crer de olhos fechados". A estes religiosos que constróem suas "convicções" apenas no que "o pastor disse", no que "o Papa ordenou", aconselho a repensarem sobre a fé. Ao mesmo tempo em que aconselharia céticos em reconsiderar o tema espiritualidade, abstendo-se da falsa idéia de que o pensamento científico se empobrece com isso.

    Publicado às 08:05 am por Sandro
    13 comentários realizados  

    29.1.09
    Pensamento Ateu

    Bem, há muita coisa coerente por parte da argumentação dos ateus. Por exemplo, sobre o paraíso. Fazer o bem para atingir este lugar celestial realmente soa mal, como uma barganha divina. Além disso, parece falso. Desta forma não se faz o bem ao próximo com o objetivo de vê-lo feliz e sim para ganhar pontos no placar de Deus (pecado cometido versus bondade realizada onde o saldo deve ficar positivo até o último suspiro).

    Entretanto, afirmar a inexistência de Jesus e suas palavras com base na ignorância de 90% dos fiéis e no passado negro da cristianismo é um pouco presunçoso e nem é científico. A igreja cristã há muito tempo se desviou da própria essência da mensagem inicial e da própria bíblia (livro em que os féis juram de pés juntos ser base de fé). Hoje o que se vê são massas manipuladas por supostos intérpretes dos evangelhos, líderes religiosos. Isso acontece com muita, mas muita frequência mesmo.

    Acredito que se as palavras de Cristo fossem realmente vividas por, ao menos, 40% da população global, teríamos um mundo muito melhor. Ando cético ultimamente, mas ainda não consegui achar nada que descartasse a veracidade da mensagem bíblica (principalmente nos 4 primeiros evangelhos). Procuro aplicar estes ensinamentos adquiridos na leitura bíblica sem o interesse na vida eterna, principalmente no que diz respeito ao relacionamento com o próximo, creio que assim é possível criar um ciclo positivo contra a maldade que infelizmente tem prevalecido na Terra.

    Da leitura dos evangelhos filtro o que tem de essencial, aquilo que pode ser vivido aqui e agora. Deixo os mitos das curas e milagres em segundo plano (não me importo se são verdades ou mentiras). Continuo crendo em Jesus, mesmo parecendo ser irracional, porque suas palavras testificam com o meu sentimento, assim como acontece quando as palavras de um poeta tocam em nossos corações. Não mais me interessa se haverá ou não vida eterna, prefiro simplesmente viver em paz o hoje com meu próximo e com meu "espírito".

    Publicado às 10:07 am por Sandro
    17 comentários realizados  

    17.5.07
    Intelecto

    Deus deu ao homem uma capacidade, que o distingue de todos os outros animais, o intelecto.

    Com esta ferramenta, podemos transpor os limites naturais, transformar o preexistente. Desta forma, construímos nossas casas, igrejas, retiramos um tumor, medicamos, manipulamos fenômenos físicos, controlamos índices, etc. Ou seja, alteramos o mundo. Por certo que esta manipulação da realidade tem tido resultados dolorosos, pois, geralmente o homem tem usado seu poder de maneira não sábia. Entretanto, a potencialidade em si não deve ser julgada como anti-cristã, pelo contrário, o cristianismo deve incentivar a sociedade a se desenvolver, a se modernizar, a fazer ciência, enfim, a colocar o intelecto a todo o vapor, contanto que este desenvolvimento fundamente-se em Cristo e em seus ensinamentos. Pois o assim proceder, garantiria que toda esta produção humana atingisse a um único objetivo, as pessoas, o bem estar, ao invés do lucro ou da autopromoção.

     

    “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” 1 Ti 6.10

    Publicado às 06:22 pm por Sandro
    1 comentário realizado  

    7.5.07
    Pensamentos

    Os homens gastam a sua saúde a fim de alcançarem a fortuna; em seguida gastam tudo o que têm para recuperarem a saúde.

    Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.1 Timóteo 6:9

    Até que você faça as pazes com quem você é, você nunca se satisfará com o que possui.

    Mas é grande ganho a piedade com contentamento.1 Timóteo 6.6

    (O homem que recebe um chamado) vê a si mesmo como mordomo... ele é obediente e não ambicioso, comprometido e não competitivo. Para ele, nada é mais importante do que agradar àquele que o chamou.

    E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista.1 João 3.22

    Muitos recebem o conselho, mas somente o sábio desfruta seu benefício.

    Da soberba só provém a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria.Provérbios 13.10

    Ninguém jamais disse em seu leito de morte: eu gostaria de ter passado mais tempo no meu trabalho!

    E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol.Eclesiastes 2.11

    Livro: Pequeno Manual de Instruções de Deus para Homens - Editora: United Press.


    Publicado às 06:38 pm por Sandro
    3 comentários realizados  

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